Onde a favela planta, a natureza renasce.
Há 30 anos, moradores do Morro da Babilônia transformam encostas degradadas em floresta viva. Hoje, essa história virou trilha, cultura e renda para toda a comunidade.
Nossa História
A COOPBABILÔNIA nasce da força e da união dos moradores da Babilônia e Chapéu Mangueira, que desde 1987 atuam coletivamente na restauração da Mata Atlântica. Em 1995, com o Mutirão de Reflorestamento da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, a comunidade inicia um processo estruturado de plantio, manejo e recuperação ecológica das encostas.
Em 2001, a cooperativa é oficialmente criada, reunindo cuidadores da floresta, educadores ambientais, guias de turismo e moradores comprometidos com o território. Desde então, já plantamos mais de 200 mil mudas nativas, recuperamos áreas degradadas e formamos gerações inteiras em educação ambiental.
Hoje, somos referência em sociobiodiversidade, reflorestamento comunitário e turismo responsável, sendo um símbolo de resistência, regeneração e orgulho local.
Espécies da Mata Atlântica de volta às encostas do Rio
Em 92 bairros do Rio de Janeiro
Replantadas e manejadas ecologicamente
80% internacionais — de mais de 30 países
Quase todos moradores do Morro da Babilônia
Com o Shopping Rio Sul — pioneiro no Brasil
Experiências que transformam
Cada roteiro é guiado por quem vive, ama e cuida desse território. Você não vai apenas visitar um lugar — vai entender como uma comunidade transforma floresta em símbolo de resistência e turismo em ferramenta de dignidade.
Trilha dos Mirantes na Floresta Comunitária
A melhor vista do Rio, com propósito. Suba as encostas por uma floresta que os próprios moradores replantaram — e chegue a mirantes com vista para Copacabana, o Pão de Açúcar e o Cristo Redentor.
Favela Experience + Trilha na Mata Atlântica
A experiência mais completa: tour pela comunidade com guia local, visita à horta da Favela Orgânica, pontos históricos e trilha pela floresta. Três horas de imersão entre o urbano e o verde.
Visita à Laje do Magrinho — História & Memória
Um dos pontos mais emblemáticos do Rio. Mais do que uma vista de 360°, é uma conversa com a memória viva da comunidade — os personagens, as histórias e o orgulho de quem fez esse lugar ser o que é.
MATRIARCADO NA FAVELA
Uma homenagem às mulheres que construíram a Babilônia. Conheça as lideranças, os saberes e os espaços que mostram como, quando as mulheres guiam, a favela floresce.
O que nos move
A COOPBABILÔNIA existe porque acredita que comunidade, floresta e turismo podem crescer juntos — e porque os moradores do Morro da Babilônia provam isso todos os dias.
Valores
Cuidado com a Floresta e a Vida – a natureza como bem comum.
Protagonismo Comunitário – moradores como líderes da transformação.
Sustentabilidade e Regeneração – agir para restaurar e proteger o território.
Transparência e Coletividade – decisões compartilhadas.
Cultura e Identidade Local – valorização das histórias, memórias e saberes do território.
Economia Circular e Solidária – geração de renda justa e comunitária.
Hospitalidade e Acolhimento – receber bem para transformar vidas.
Missão
Promover o desenvolvimento comunitário por meio do reflorestamento, da conservação ambiental e do turismo de base comunitária, fortalecendo a cultura local, a economia circular e o protagonismo dos moradores da Babilônia e Chapéu Mangueira.
Visão
Ser reconhecida como uma das principais iniciativas comunitárias de conservação da Mata Atlântica e turismo sustentável no Brasil, inspirando outras comunidades a transformar seus territórios por meio da educação ambiental, da cultura e da participação coletiva.
Nosso Impacto
Sócio-Ambiental
A floresta que hoje cobre o morro não é obra da natureza sozinha — é fruto de amor, técnica, ancestralidade e 30 anos de dedicação comunitária.
A COOPBABILÔNIA alia a recuperação ambiental — prevenindo erosões, deslizamentos e ocupação irregular — ao fortalecimento da autoestima, das habilidades técnicas e da renda das famílias do Morro da Babilônia.
Cada árvore plantada é também um emprego gerado, uma encosta protegida e uma criança que cresce vendo a floresta como patrimônio da sua comunidade.
